segunda-feira, abril 04, 2011

Novidades no Clube da Vila...

Saudações equatoriais amigos!

Semana passada, eu e o Arthur participamos da FEBRACE9 em São Paulo. Foi uma experiência muito boa, infelizmente não ganhamos premiação alguma, mas o que vale é tentar. Recebemos uma série de sugestões e vamos fazer as melhorias necessárias para tentar de novo!



Trago comigo, duas decisões que tomei em conjunto com o Arthur:

- Fizemos o convite para 3 pessoas para que as mesmas se juntassem conosco, a primeira foi o professor Dimitri Alli Mahmud que a partir de agora é o orientador do projeto “Astronomia no Meio do Mundo”, posteriormente convidamos o professor Emanuel Thiago de Oliveira Sousa para ser o co-orientador do projeto e por fim convidamos o nosso amigo Victor Gomes Silva Monteiro para, de fato, se juntar a mim e ao Arthur como autor do projeto, afinal ele esteve conosco desde o inicio. Os 3 pedidos foram aceitos! Sendo assim, a partir de hoje, as postagens nesse blog, a partir de hoje, serão realizadas periodicamente por nós 3, eu, Arthur e Victor.

- A segunda e principal noticia que trago para vocês é a seguinte, estamos abrindo o blog para você, visitante. Mas como assim? É o seguinte, queremos que você crie sua própria postagem e nos envie através do email clube_da_vila@hotmail.com. Posteriormente faremos as modificações necessárias e publicar a postagem aqui no blog.

*Não esqueça de colocar seu nome e seu contato para que possamos dar o crédito a você e também entrar em contato caso falte algo.

Germán Javier Loo Li Neto.

segunda-feira, março 14, 2011

Astronomia no Meio do Mundo! Voto popular!

Olá curiosos e visitantes do Clube da Vila, anteriormente postamos informações sobre o projeto Astronomia no Meio do Mundo e também sua aprovação na FEBRACE (somos finalistas). Na Feira Brasileira de Ciências e Engenharia existem várias categorias para a premiação, uma delas é a categoria "Voto Popular" onde qualquer pessoa pode votar nos projetos finalistas através do site da FEBRACE VIRTUAL, então pedimos sua ajuda para contribuir com alguns votos para tentarmos ser bem sucedidos nessa categoria também. A baixo o vídeo do nosso projeto, e logo depois o link para votar em nosso projeto, vote à vontade (não há limite de votos):






Houveram algumas mudanças no site da FEBRACE VIRTUAL, por causa de alguns participantes que estavam tentando usar programas para aumentar o número de votos. Por esse motivo a votação ira iniciar apenas no dia 22, quando a FEBRACE inicar, a partir de lá, vote a vontade.



Arthur Teixeira Vianna

terça-feira, fevereiro 15, 2011

O Amapá na bandeira do Brasil

Sabemos que o pavilhão brasileiro busca em suas cores, formas e símbolos representar toda a riqueza e diversidade da nossa pátria. Mas quero falar das estrelas que aparecem no pavilhão nacional. (Provavelmente) todo brasileiro sabe que cada estrela daquela representa uma unidade da federação. Mas o que poucos sabem, é que aquelas estrelas – juntas – representam algumas constelações. São elas: Cruzeiro do Sul, Escorpião, Cão Maior, Cão Menor, Hidra Fêmea, Triângulo Austral e Oitante. Segundo o Parágrafo primeiro da lei 8.421 de 11 de maio de 1992, “As constelações que figuram na Bandeira Nacional correspondem ao aspecto do céu, na cidade do Rio de Janeiro, às 8 horas e 30 minutos do dia 15 de novembro de 1889 (doze horas siderais) e devem ser consideradas como vistas por um observador situado fora da esfera celeste.” 

Enfim, como o título de post já antecipa, vou falar do “Amapá na Bandeira do Brasil”. Mais precisamente da constelação onde a estrela que representa o Amapá está localizada. Estou falando da constelação do Cão Maior, um dos cães de caça do gigante Órion na mitologia grega.
Observando a figura acima percebemos que o Amapá é representado pela Beta do Cão Maior. O termo “Beta” é uma referência à magnitude da estrela, pois em uma constelação as estrelas recebem nomes de letras em ordem alfabética grega de acordo com sua magnitude. A estrela mais brilhante de uma constelação se chama “Alfa+nome da constelação” a segunda mais brilhante se chama “Beta+nome da constelação”. Ou seja, a estrela que representa o Amapá é a segunda estrela mais brilhante na constelação do Cão Maior. Ela ainda é conhecida popularmente como Mirzam.




Mirzam ou Beta (β) do Cão Maior é a estrela em destaque na figura acima.

Na constelação do Cão Maior, encontra-se ainda, a estrela Sirius. A estrela que mais brilha no céu!
Outro objeto interessante de ser observado na Cão Maior é o Grande Aglomerado Aberto M41 (não visível na figura), que a olho nu, revela-se uma pequena mancha difusa, mas com o auxílio de um binóculo pode-se ver várias estrelas espalhadas numa área com o tamanho aproximado de uma Lua cheia.

Cássio Renato dos Santos, 24 anos
Coordenador do Planetário Móvel Maywaka do Museu Sacaca
Graduado em Física pela Universidade Federal do Amapá (UNIFAP)
crp_santos@hotmail.com e planetario@iepa.ap.gov.br



terça-feira, janeiro 11, 2011

O Sistema Solar

O Sistema Solar é constituído pelo Sol e pelo conjunto dos corpos celestes que se encontram no seu campo gravitacional, e que compreende os planetas que atualmente compõem o sistema solar, em ordem de sol-espaço: Mercúrio, Vénus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno. Plutão hoje em dia não é mais considerado um planeta embora esteja ainda no sistema solar e recentemente outros dois corpos da mesma categoria de Plutão foram descobertos nas regiões mais externas do sistema solar, conhecidas como Nuvem de Oort e Cinturão de Kuiper, dos quais ainda não se sabe muita coisa, e uma miríade de outros objetos de menor dimensão entre os quais se contam os corpos menores do Sistema Solar (asteróides, transneptunianos e cometas).
Ainda não se sabe, ao certo, como o sistema solar foi formado. Existem várias teorias, mas apenas uma é atualmente aceita. Trata-se da Teoria Nebular ou Hipótese Nebular.
O Sol começou a brilhar quando o núcleo atingiu 10 milhões de graus Celsius, temperatura suficiente para iniciar reações de fusão nuclear. A radiação acabou por gerar um vento solar muito forte, conhecido como "onda de choque", que espalhou o gás e poeira restantes das redondezas da estrela recém-nascida para os planetas que se acabaram de formar a partir de enormes colisões entre os protoplanetas (um protoplaneta é a condensação de matéria que constitui a fase inicial na evolução de um planeta).



Dá-se geralmente como precisa a formação do Sistema Solar há mais de 4,5 bilhões de anos a partir de uma nuvem de gás e poeira que formou uma estrela central e um disco circum-estelar em que, pela união das partículas menores, primeiro haviam se formado pouco a pouco, partículas maiores, posteriormente planetesimais, depois protoplanetas para chegar aos atuais planetas.


Arthur Teixeira Vianna

domingo, janeiro 09, 2011

Nova descoberta sobre as estrelas anãs vermelhas

 Quem nunca olhou pro céu e se lembrou de alguma pessoa querida de alguma coisa em especial ou de alguma musica que goste? O céu tem esse “poder” de tocar em nossos corações (especialmente os apaixonados) fazendo com que, lembranças, momentos especiais, fiquem marcadas para sempre em nossas vidas. Quem nunca sonhou em ver o céu estrelado com a lua cheia ao lado da pessoa amada? O céu nos faz sonhar, nos faz refletir, nos faz entrar num mundo de sonhos e fantasias, pensar em coisas que nos fazem, mesmo que por um breve momento, esquecer que temos problemas e uma vida para organizar e seguir em frente. Por meio de um mundo totalmente diferente do nosso, desconhecido, misterioso, o céu com todas os seus astros nos desperta interesse e curiosidade para ir além, viajar na imaginação, e buscar inspiração para a vida. Eu por exemplo, as vezes fico sentado na frente da minha humilde residência escutado musicas, musicas essas de uma banda que me agrada muito chamada U2, buscando entender o que acontece no céu, as estrelas indo e vindo, os planetas passando e então me dou conta de que não sou nada diante da dessa coisa chamada de universo, mas, isso não convêm com o tema central de minha postagem.Na realidade o tema que quero abordar na minha humilde postagem é que recentemente astrônomos descobriram que as estrelas conhecidas como 'anãs vermelhas' (Uma estrela anã vermelha, é uma estrela pequena com a luz fraca e relativamente fria. As anãs vermelhas constituem a vasta maioria das estrelas e sua massa é menor que a metade da massa do Sol A temperatura de superfície é menor que 3227ºC.) existem muito mais estrelas como essa no universo do que os astrônomos calculavam, pois os cientistas não conseguiam observar estrelas anãs vermelhas fora da via láctea, levando em conta a baixa emissão de luz dessas estrelas. Liderada pelo astrônomo Pieter van Dokkum, uma equipe da Universidade de Yale (EUA), em seu estudo descobriu que existem vinte vezes mais anãs vermelhas em galáxias elípticas (um tipo de galáxia que apresentam forma esférica ou elipsoidal) do que na Via Láctea( que é uma galáxia espiral). Essa observação surpreendeu os cientistas, pois até agora a ciência encarava essas galáxias distantes como semelhantes à nossa. Para realizar o calculo, os cientistas usam estimativas levando em conta a Via Láctea e as galáxias vizinhas. Os resultados que se tinham antes da descoberta giravam em torno dos setilhões (o dígito 1 seguido de 24 zeros) de estrelas. Agora não se sabe ao certo esse numero mas estimam que seja 3 vezes maior do que o que tinha anteriormente.Tal dado foi descoberto através de poderosos instrumentos localizados no Observatório Keck, situado no Havaí (EUA), que permite que essas estrelas sejam observadas.E não para por ai, o astrônomo Pieter van Dokkum explica também que, a estimativa de planetas girando em torno a estrelas também aumentou. O que faz com que a possibilidade de existirem planetas como a Terra são maiores do que se imaginava. "É possível que existam trilhões de 'Terras' orbitando essas estrelas", afirmou Dokkum.

Essa imagem é da estrela anã vermelha Gliese 581 que se encontra a cerca de 20 anos-luz da Terra. O sistema planetário tem pelo menos 4 planetas em órbita (ou seja girando em torno) de Gliese 581.





Germán Javier Loo Li Neto.