terça-feira, janeiro 11, 2011

O Sistema Solar

O Sistema Solar é constituído pelo Sol e pelo conjunto dos corpos celestes que se encontram no seu campo gravitacional, e que compreende os planetas que atualmente compõem o sistema solar, em ordem de sol-espaço: Mercúrio, Vénus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno. Plutão hoje em dia não é mais considerado um planeta embora esteja ainda no sistema solar e recentemente outros dois corpos da mesma categoria de Plutão foram descobertos nas regiões mais externas do sistema solar, conhecidas como Nuvem de Oort e Cinturão de Kuiper, dos quais ainda não se sabe muita coisa, e uma miríade de outros objetos de menor dimensão entre os quais se contam os corpos menores do Sistema Solar (asteróides, transneptunianos e cometas).
Ainda não se sabe, ao certo, como o sistema solar foi formado. Existem várias teorias, mas apenas uma é atualmente aceita. Trata-se da Teoria Nebular ou Hipótese Nebular.
O Sol começou a brilhar quando o núcleo atingiu 10 milhões de graus Celsius, temperatura suficiente para iniciar reações de fusão nuclear. A radiação acabou por gerar um vento solar muito forte, conhecido como "onda de choque", que espalhou o gás e poeira restantes das redondezas da estrela recém-nascida para os planetas que se acabaram de formar a partir de enormes colisões entre os protoplanetas (um protoplaneta é a condensação de matéria que constitui a fase inicial na evolução de um planeta).



Dá-se geralmente como precisa a formação do Sistema Solar há mais de 4,5 bilhões de anos a partir de uma nuvem de gás e poeira que formou uma estrela central e um disco circum-estelar em que, pela união das partículas menores, primeiro haviam se formado pouco a pouco, partículas maiores, posteriormente planetesimais, depois protoplanetas para chegar aos atuais planetas.


Arthur Teixeira Vianna

domingo, janeiro 09, 2011

Nova descoberta sobre as estrelas anãs vermelhas

 Quem nunca olhou pro céu e se lembrou de alguma pessoa querida de alguma coisa em especial ou de alguma musica que goste? O céu tem esse “poder” de tocar em nossos corações (especialmente os apaixonados) fazendo com que, lembranças, momentos especiais, fiquem marcadas para sempre em nossas vidas. Quem nunca sonhou em ver o céu estrelado com a lua cheia ao lado da pessoa amada? O céu nos faz sonhar, nos faz refletir, nos faz entrar num mundo de sonhos e fantasias, pensar em coisas que nos fazem, mesmo que por um breve momento, esquecer que temos problemas e uma vida para organizar e seguir em frente. Por meio de um mundo totalmente diferente do nosso, desconhecido, misterioso, o céu com todas os seus astros nos desperta interesse e curiosidade para ir além, viajar na imaginação, e buscar inspiração para a vida. Eu por exemplo, as vezes fico sentado na frente da minha humilde residência escutado musicas, musicas essas de uma banda que me agrada muito chamada U2, buscando entender o que acontece no céu, as estrelas indo e vindo, os planetas passando e então me dou conta de que não sou nada diante da dessa coisa chamada de universo, mas, isso não convêm com o tema central de minha postagem.Na realidade o tema que quero abordar na minha humilde postagem é que recentemente astrônomos descobriram que as estrelas conhecidas como 'anãs vermelhas' (Uma estrela anã vermelha, é uma estrela pequena com a luz fraca e relativamente fria. As anãs vermelhas constituem a vasta maioria das estrelas e sua massa é menor que a metade da massa do Sol A temperatura de superfície é menor que 3227ºC.) existem muito mais estrelas como essa no universo do que os astrônomos calculavam, pois os cientistas não conseguiam observar estrelas anãs vermelhas fora da via láctea, levando em conta a baixa emissão de luz dessas estrelas. Liderada pelo astrônomo Pieter van Dokkum, uma equipe da Universidade de Yale (EUA), em seu estudo descobriu que existem vinte vezes mais anãs vermelhas em galáxias elípticas (um tipo de galáxia que apresentam forma esférica ou elipsoidal) do que na Via Láctea( que é uma galáxia espiral). Essa observação surpreendeu os cientistas, pois até agora a ciência encarava essas galáxias distantes como semelhantes à nossa. Para realizar o calculo, os cientistas usam estimativas levando em conta a Via Láctea e as galáxias vizinhas. Os resultados que se tinham antes da descoberta giravam em torno dos setilhões (o dígito 1 seguido de 24 zeros) de estrelas. Agora não se sabe ao certo esse numero mas estimam que seja 3 vezes maior do que o que tinha anteriormente.Tal dado foi descoberto através de poderosos instrumentos localizados no Observatório Keck, situado no Havaí (EUA), que permite que essas estrelas sejam observadas.E não para por ai, o astrônomo Pieter van Dokkum explica também que, a estimativa de planetas girando em torno a estrelas também aumentou. O que faz com que a possibilidade de existirem planetas como a Terra são maiores do que se imaginava. "É possível que existam trilhões de 'Terras' orbitando essas estrelas", afirmou Dokkum.

Essa imagem é da estrela anã vermelha Gliese 581 que se encontra a cerca de 20 anos-luz da Terra. O sistema planetário tem pelo menos 4 planetas em órbita (ou seja girando em torno) de Gliese 581.





Germán Javier Loo Li Neto.